segunda-feira, 26 de abril de 2010

Salame com whisky

Hoje, em tópicos

Ah, a cerveja. Hoje não bebi, estou saindo de uma gripe. Mas brindei, e eu tenho TOC com brinde, se eu brindo eu preciso beber. Superei. Deto Montenegro é o diretor do Noturno. Ele estava lá. Ele disse que quem tem síndrome de down diz as coisas que você sempre quis dizer, mas nunca teve coragem. Puta que pariu, Deto, pão com salame e whisky não dá, é uma combinação impossível. Horrenda.

E vamos aos fatos, vai, sem formalidades. Um pedaço do sanduiche do Deto voou de sua boca para dentro do copo da Maps. Acontece porra, acontece.

Bruninho instalou a crise no seio do grupo notúrnico? Talvez, mas eu acho que colocou, ele, a essência da verdade em nosso convívio. Afinal, todos nós já pensamos ao menos uma vez que a Paty, por ser baixinha, chata e feia, deveria se matar mesmo (puta que pariu, como eu ri).

Ao que consta, isso é, não apurei, não fui atrás de saber, meu telefone tampouco tocou, até o momento da redação deste texto, Marcão, o Jerry Lewis da noite, ainda não conseguiu comer ninguém (puta que pariu, como eu ri²).

Na turma temos a Roberta. Ela é a imagem mais inofensiva do mundo fora do palco. E uma bruxa digna de Oscar quando entra em ação. Nossa pálida e carismática feiticeira defendeu uma tese interessante: que a poluição do mundo está ao nosso redor e entra pelo nosso rabo, para sair pelo rosto, causando assim a conjuntivite, o que justifica que Lívia quisesse falecer. Por isso, estamos cercados por conjuntivites. Faz sentido (puta que pariu, como eu ri³).

Aliás, Livia, a rouca (Cebolinha a chamaria de "a louca", e não estaria errado, vai saber...), reclamou que na última semana eu não escrevi nada por aqui. Simples, chuchu: não queria forçar seus conjuntivitos olhos (os momentos mais importantes da vida deveriam nos permitir uma hora ou mais para raciocinar o que responder. Quando ela me cobrou eu apenas pedi desculpa. Sem sal). Me saí bem?

A Sophia, todos nós conhecemos. E ninguém se opõe ao delicado sorriso de Sophia, isso é um fato. Sophia é boa atriz. Engraçada também. Num dos assuntos (seríssimos) que abordamos antes do treino, ela imitou um sorriso de baiacu. A Sophia vocês conhecem. Um baiacu sorrindo, talvez não. Está aqui. Pode parecer impossível, mas teve sua semelhança.








Paula nos deu um susto. Sentiu calor depois frio, quis sentar depois deitar, teve siricoticos, mini-desmaios. Ligeiramente febril, provavelmente com coceira por vestir um agasalho do Palmeiras, foi-se embora antes do fim.

Eu fui com Carol, Arthur e Victor levá-la até a portaria. Quando voltei, o exercício acabara de começar e eu não quis entrar. Fiquei com o hall de acesso ao teatro só pra mim. Me encostei na parede, pouca luz, o som que vinha lá de dentro (e está aqui no pé do texto), e só nesses minutos privativos que me dei conta que maio está aí. Já conheço essa galera há 3 meses. Já são meus amigos de longa data, de infância, quase. E eu não sei ao exato o que imaginava que seria. Seja como for, é mais do que esperava.

O Tadeu já está tirando do forno a imitação do Candé. Caralho, se o Tadeu não nascesse menestrel, nasceria papagaio. Não pode ouvir uma voz, que aprende a imitar. Ok, vamos aos pitacos finais: Brunão dança um samba espetacular, não é, meninas?; se ouvirem falar de um carro que entrou no meio da pista do aeroporto de Guarulhos, foi a Adriana, a aprendiz de condutora Adriana; as unhas da Deby são azuis claras; são não, estão; estão sim, mas e daí?; eu adoro estar com vocês.

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